Hipismo ou equitação é arte de transpor obstáculos sob o cavalo.
O
hipismo é uma modalidade muito antiga, praticada por um homem e seu
cavalo. Desde os Jogos Olímpicos Antigos ele era praticado como
competição. Porém, as regras e as competições como as que ocorrem hoje,
começaram somente no ano de 1883, nos Estados Unidos. No programa dos
Jogos Olímpicos Modernos, o hipismo foi incluído nas Olimpíadas de 1912
em Estocolmo (Suécia).
O Hipismo consiste em várias provas. Nas
Olimpíadas ocorrem as seguintes: adestramento, saltos e concurso
completo de equitação (individual e em equipa).
Nesta
prova, o cavaleiro deve executar uma série de movimentos num
determinado período de tempo. Os jurados avaliam o competidor com notas
de 0 a 10.
Nos
saltos, o cavaleiro deve transpor, com seu cavalo, de 12 a 15
obstáculos numa pista que mede de 700 a 900 metros. O cavaleiro deve
fazer duas vezes o percurso da prova. O vencedor será o cavaleiro que
fizer menos pontos.
Além dessas provas existem as não olímpicas que são: enduro eqüestre (prova em longa distância separada em etapas); volteio (ginástica sobre o cavalo) e a tradicional corrida de cavalos, prova do laço e prova dos três tambores.

Os
cavalos têm longas patas de um só dedo cada. Os cavalos são
perfeitamente adaptados a diversos desportos e jogos, como corrida,
pólo, provas de ensino ou equitação, ao trabalho e até à equoterapia
(recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).
Esses
animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais
sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam
uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a
qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação
com esses animais. Sua longevidade varia de 25 a 30 anos.
Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h).
Raças mais conhecidas
Andaluz
Alter-Real
Árabe
Arabo-Friesian
Appaloosa
Berbere
Bolonhês
Brabantino
Bretão
Brasileiro de Hipismo
Cavalo campolina
Clydesdale
Crioulo
Holsteiner
Mangalarga Paulista
Mangalarga Marchador
Morgan
Oldenburg
Paint Horse
Pampa
Pantaneiro
Paso
Pônei
Pônei brasileiro
Thoroughbred é o cavalo puro sangue inglês (PSI) selecionado por cruzamentos para a prática de competições de corrida. O thoroughbred foi desenvolvido durante os séculos XVII e XVIII na Inglaterra, pelo cruzamento de éguas locais ou não com garanhões árabes e berberes, muitas vezes trazidos das campanhas militares na Ásia. A necessidade da melhora do desempenho em pistas dos animais existentes nas ilhas britânicas derivou do gosto popular crescente pelas competições, originalmente restritas às propriedades rurais para distração dos landlords (senhores de terras).
Puro Sangue Lusitano é uma raça de cavalos com origem em Portugal. Os seus ancestrais são comuns aos da raça Sorraia e Árabe. Essas duas raças formam os denominados cavalos ibéricos, que evoluíram a partir de cavalos primitivos existentes na Península Ibérica dos quais, se supõe, descenderem directamente o pequeno grupo da raça Sorraia ainda existente. Pensa-se que essa raça primitiva foi cruzada com cavalos Brad oriundos do Norte de África e mais tarde tiveram também influência do Árabe.

O
Puro Sangue Lusitano apresenta aptidão natural para alta escola e
exercícios de ares altos, uma vez que põe os posteriores debaixo da
massa com grande facilidade. Assim, o Lusitano revela-se não só no
toureio e equitação clássica, mas também nas disciplinas equestres
federadas como dressage, obstáculos, atrelagem e, em especial, equitação
de trabalho.
Quarto-de-Milha
Shire
Sela Francesa ou Selle Français
Sorraia
Friesian
Um
velho ditado inglês diz a good horse is never a bad colour, o que
significa, aproximadamente, que se o cavalo é bom, sua pelagem será
necessariamente boa. Mesmo assim, existem muitas superstições associadas
à pelagem do cavalo: os cavalos zainos são populares e tidos como
constantes e dignos de confiança, enquanto que os negros são
considerados bastante nervosos e pouco seguros. Os tordilhos têm a
reputação de temperamentais e os alazões, de serem teimosos e
excitáveis. Na realidade, há muito pouco de verdade em tudo isso, e
existem cavalos nas mais diversas tonalidades, o suficiente para
satisfazer a todos os gostos.
Zaino - é uma
tonalidade rica e brilhante de castanho, aproximando-se da cor do mogno
polido. Os cavalos zainos podem ter uma única tonalidade em todo o corpo
ou podem ter crina, cauda e patas negras, quando são, então,
propriamente descritos como zainos com pontos negros. Os cavalos dessa
pelagem são tidos como muito espertos e são geralmente fortes e bem
dispostos.
Zaino negro - varia de tonalidade desde o
zaino até quase o negro e, se houver alguma dúvida quanto à sua
pelagem, a melhor maneira de desfazê-la é através do exame de pêlos
curtos e finos encontrados no focinho. O zaino negro é tido como o
cavalo ideal para shows, passeios e caçadas.
Negro -
Apesar de ser atraente, muitas pessoas sentem-se predispostas contra
ele por causa de sua fama de ser indigno de confiança. Outro motivo para
a prevenção, possivelmente, reside no fato de os cavalos negros terem
sido sempre usados nos funerais, antes do aparecimento do carro
funerário motorizado.
Alazão - pode variar sua
tonalidade entre uma extensa gama de tons castanho-avermelhados. O mais
escuro possui um tom quase arroxeado, enquanto que o mais claro é
brilhante, possuindo um profundo tom ouro-avermelhado. Os alazões
normalmente possuem marcas de tonalidades diversas. Podem apresentar
crina, cauda e pintas castanhas ou negras, ou ainda, ter crina e cauda
cor de palha dourada.
Lobuno - esta é a tonalidade
dos cavalos e asnos pré-históricos. Várias raças mantêm essa pelagem
hoje em dia e ela pode ser muito atraente, especialmente se houver
pontos negros. O lobuno-dourado possui um tom levemente puxado para o
tom de areia, enquanto a pelagem do lobuno-azulado é uma espécie de
preto lavado, empalidecido, lhe dando reflexos azulados. A maioria dos
cavalos lobunos possui uma listra sobre o dorso.
Tordilho -
pode possuir círculos de pêlo negro pelo corpo, especialmente na parte
traseira, dando-lhe o aspecto de um antigo cavalinho de balanço. Os
tordilhos negros têm grande quantidade de pêlo negro espalhado pelo
corpo, geralmente escurecendo sua pelagem. Há tordilhos claros, nos
quais o pêlo branco predomina sobre o negro, produzindo um efeito quase
totalmente branco.
Baio - o cavalo baio não é muito
comum. Um bom baio deve apresentar cauda e crina prateadas. Embora
sejam atraentes, os baios, como acontece com animais de tonalidade pouco
vibrante, não são muito indicados para a equitação em geral.
Rosilho -
é o termo usado para denominar os animais com duas ou mais pelagens
misturadas, que podem possuir diversas tonalidades dependendo da
proporção dos vários pêlos que as compõem. O rosilho avermelhado é
constituído por pêlo vermelho, amarelo e branco; o rosilho-azulado, por
pêlo negro, amarelo e branco; o rosilho-alazão, por pêlo castanho,
amarelo e branco.
Oveiro - os cavalos oveiros podem
ser do tipo piebald quando possuem pêlo branco coberto por manchas
negras grandes e irregulares; skewbald, se as manchas forem castanhas,
escuras ou avermelhadas, sobre um fundo também branco; e add-coloured,
caso as manchas de duas ou mais tonalidades estão presentes sobre o
fundo branco. Os animais oveiros são muito procurados pelos circos.
Branco -
os cavalos brancos podem ser tordilhos muito velhos, cuja pelagem tende
a embranquecer com a idade, ou albinos, caso em que possuem olhos
rosados e pele sem pigmentação. Os cavalos conhecidos como brancos são,
de fato, tordilhos na maioria dos casos.
Palomino ou baio branco
- os palominos têm uma coloração dourado-clara, não apresentam marcas
em seu pêlo e suas crinas e caudas são abundantes e soltas, quase
brancas. A tonalidade varia de acordo com as estações do ano. A pelagem
se torna mais clara, quase branca, durante o inverno, voltando a
aparecer o tom dourado com o renascimento da pelagem de verão.
Pintado
- os cavalos pintados spotted podem possuir manchas de qualquer
tonalidade e dispostas da maneira mais variada possível. Como são raros,
seu preço é muito alto. Leopardo-pintado é o termo dado ao animal que
apresenta manchas negras e bem definidas, uniformemente espalhadas sobre
um fundo branco.

É uma das modalidades mais tradicionais do mundo. Envolve a criação e treinamento do cavalo, competição e apostas.
Para
as competições foram sendo selecionados cavalos com aptidão para
corridas, dentre os que eram trazidos desde o norte da África (bérberes)
e os árabes, comprados ou tomados de seus criadores. Cruzados com os
melhores cavalos europeus, nasceu a raça denominada puro sangue inglês
que praticamente domina a atividade turfística.
A palavra Turfe
vem do ingles “turf”, que designava os primeiros eventos de corrida de
cavalos. Hoje, na Inglaterra, a palavra turf designa coloquialmente a
corrida de cavalos.

É um profissional que monta cavalos de corrida em um evento turfístico.
Os
Jockey Clubs desenvolvem sua corridas em locais denominados hipódromos.
Os hipódromos organizados são constituidos por pistas de corridas, de
areia ou grama, e pavilhões. A pista ovalada envolve uma área central
gramada denominada bacia. Quanto aos pavilhões, podem ser destinados ao
público aficcionado em geral (pavilhões populares e especiais), aos
sócios (pavilhão social) e aos profissionais do turfe (pavilhão
paddock).

Hipódromo em noite de corridas: Hongkongjockeyclub
Cada
corrida é chamada páreo. Uma reunião turfística é composta por vários
páreos, com intervalos entre eles , quando são efetuadas as apostas. Os
páreos grosso modo , podem ser comuns, ou clássicos. Os comuns
selecionam as inscrições por idade e número de vitórias dos animais. Os
clássicos, são as principais provas , e entre eles, destacam-se os
Grandes Prémios. As provas máximas de cada entidade turfística são os
Grandes Prémios, disputados com calendário tradicionalmente definido.
A
largada de uma corrida de cavalos é um dos momentos máximos da prova,
pela possibilidade de haver algum acidente ou prejuizo por retardo de
algum animal. A responsabilidade da largada é de um executor, o starter,
que acciona o mecanismo que permite os cavalos progredirem na pista.
Embora,
alguns filmes mostrem a largada com um tiro de pistola para cima, a
largada tradicional é dada pelo erguimento, por instrumento mecânico, de
uma fita que atravessa a pista e contém os cavalos.
Nos hipódromos
modernos utiliza-se hoje em dia o partidor automático ou australiano, em
que cada cavalo permanece em seu box aguardando a abertura simultânea
dos portões de largada.
Os
cavalos podem correr montados por jóqueis - corrida a galope- ou
atrelados a uma aranha ou charrete - corridas de trote (menos comuns).
As
corridas podem ocorrer em linha reta (seja em simples canchas retas no
meio rural) ou com traçado de forma ovalada, ou triangular, como em
sofisticados hipódromos nas grandes cidades.
Nos percursos
fechados o sentido do deslocamento dos animais varia nos diversos
hipódromos, sendo o sentido horário left-handed -( o mesmo dos ponteiros
do relógio) , o mais frequente; mas também há corridas right-handed, no
sentido anti-horário (ao contrário dos ponteiros do relógio). Na
Inglaterra é utilizado o sentido horário ("english style"). Nos EUA e no
Brasil é mais utilizado o sentido anti-horário ("american style").
O percurso pode ser plano ou com obstáculos, chamada steeplechase , menos frequente.
As
distâncias dos percursos variam nas competições , mas situam-se na
maioria das vezes entre 400 metros, nas canchas retas, até 4000 metros
em provas especiais, denominadas Grandes Prémios.
As distâncias
mais comumente empregadas são: 1000 metros para os cavalos mais velozes
(sprinters); 1600 para os animais chamados milheiros (1609 metros=uma
milha); e 2400 (milha e meia) para competidores mais resistentes
(fundistas).
O cavalo de corrida atinge uma velocidade acima de 60 quilômetros por hora.

Corrida plana à galope , left handed 
Corrida a galope com obstáculos, right handed
Pule ou poule é o boleto de aposta. Existem várias possibilidades de apostas, mas as mais tradicionais são:
Vencedor: também conhecida como ponta, é a aposta directa no cavalo ganhador.
Placê: vale se o cavalo apostado chegar em primeiro ou segundo lugar.
Dupla:
o apostador deve selecionar dois animais, sendo que um deles deve
chegar em primeiro e o outro em segundo lugar, independente da ordem.
Exacta: também conhecida como dupla-exacta, consiste em acertar o primeiro e o segundo colocados na ordem correcta de chegada.
Trifeta:
são os três primeiros colocados na ordem correcta. Pode-se fazer
apostas simples (um cavalo para primeiro, outro para segundo e mais um
para terceiro) ou combinadas (quantas inversões quiser).
Quadrifeta:
são os quatro primeiros colocados na ordem correcta. Pode-se fazer
apostas simples (um cavalo para primeiro, segundo, terceiro e quarto
lugares) ou combinadas (quantas inversões quiser).
Cada
páreo, à parte das apostas, tem uma premiação em dinheiro ao
proprietário do vencedor e dos melhores colocados. Além do proprietário ,
nos centros de corrida organizados, também recebe uma dotação em
dinheiro o jóquei, criador e o treinador. Em páreos especiais e grandes
prêmios, o proprietário do animal pode também, ao lado do prêmio em
dinheiro, receber um troféu.
Exame veterinário:
Imediatamente
antes da prova os cavalos passam por revisão veterinária, são pesados e
verificados seus batimentos cardíacos e temperatura corporal.
Exame anti-doping:
Os
cavalos são submetidos ao exame antidoping . Na maioria dos hipódromos o
uso de furosemida e fenilbutazona (Butazolidina) apenas são permitidas
para animais com 3 anos ou mais idade. Os exames são realizados após a
corrida. Na maioria dos hipódromos modernos são examinados o primeiro e
segundo colocados, podendo haver sorteio de um terceiro animal.
Situações especiais:
Antolhos:
Duas abas que impedem que o cavalo olhe para os lados durante a
corrida. Utilizada em animais de temperamento forte. Seu uso deve ser
informado antes da inscrição.
Ferrageamento: Tipo de ferradura
utilizada : alumínio, filete e ferro. Quando utilizarem agarradeiras (no
Brasil, só é permitida nos posteriores) nas ferraduras para melhorar a
aderência ao solo, devem ser informadas. Na grama o cavalo também pode
correr desferrado, o que geralmente aumenta o seu rendimento, mas também
pode comprometer os cascos do animal.
Forfaits: Cavalos
retirados do páreo, com antecedência por decisão do proprietário ou no
exame prévio à corrida, pelo veterinário.
Fenil-butazona
(Butazolidina): tem ação antinflamatória. Se o cavalo está utilizando em
tratamento deve ser informada. Não é permitida na maioria dos
hipódromos.
Furosemida:prevenção do síndrome da hemorragia
pulmonar induzida pelo exercício em cavalos de corrida, que se manifesta
por epistaxe durante a corrida. Seu uso deve ser informado.
Roseta:
Uma roda com pontas de um lado, que é presa ao bridão, usado em cavalos
que tem dificuldade de correr em linha reta, ou de fazer a curva. Seu
uso deve ser informado antes da corrida.
Arminho: Uma Éspecie de
coleira colocada sobre o nariz do cavalo. Para concentrar cavalos mais
mansos na corrida. Seu uso deve ser informado antes da corrida.
Outros termos do programa turfístico:
Stud
: Escuderia, geralmente composta por dois ou mais socios que detem a
propriedade do animal. Mas a propriedade também pode ser individual,
figurando o nome do proprietário.
Haras : No programa Haras se refere ao estabelecimento que criou o cavalo. O Haras pode também ser o proprietário do animal.
Inicia
com a criação de cavalos de corrida em estabelecimentos rurais
denominados haras. O primeiro passo é a escolha dos reprodutores e
elaboração dos cruzamentos por estudos genéticos. No haras se processam a
gestação e desenvolvimento do potro , até que esteja em idade em ir aos
leilões , passando a novo proprietário, ou sendo reservado pelo seu
criador.
O destino seguinte é a vila hípica dos hipódromos, onde o
potro, depois de adestrado, recebe o treinamento final e adaptação as
exigências das competições. É abrigado em uma cocheira sob a
responsabilidade de um treinador , que detém a infra-estrutura física e
de pessoal de apoio ( ferreiros, escovadores, veterinários, tosadores,
fornecedores de ração) para o preparo do animal. Na preparação final, é
montado por um jóquei que o exercita diariamente. Então vem as
competições, nas quais disputam dotações e fama.
O puro sangue inglês corre
a partir dos 2 anos de idade até 6, 7 ou, excepcionalmente,até 10 anos.
O animal pesa entre 380 a 550 quilos, porém os bons corredores,
excluídas as excepções, não são nem muito pequenos nem muito avantajados
em tamanho. Em corrida o cavalo carrega entre 50 a 60 quilos
correspondentes ao peso do joquei e arreiamento.
Os cavalos
(machos) bem sucedidos nas pistas , após o encerramento de sua
actividade como corredores são levados para serem reprodutores
(garanhões). Entre as éguas, a seleção por aptidão é menos rígida e a
maioria é destinada à reprodução após as pistas.
Nos pavilhões
dos hipódromos, nos dias de corrida, efectuam-se apostas, por
aficcionados, não envolvidos com a criação, propriedade ou preparo do
animal.
Os hipódromos têm uma estrutura administrativa, que mantém a
praça de competição e estão vinculados às respectivas entidades
turfísticas (Jockey Clubs).
Embora a actividade de criação seja
tradicionalmente exercida por pessoas de classes abastadas, pelos
altíssimos custos que requer, as apostas são efectuadas por turfistas de
todas as classes, mesmo com pequenas quantias. A actividade além de
competição e diversão tem relevância como actividade económica e social,
pelo elevado número de pessoas que envolve.
Fonte: wikipédia.
Elaborado por RadarKadafi
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